Já fiz terapia, já entendi minha história… então por que continuo repetindo os mesmos padrões?
- Osvaldo Shimoda
- 6 de jan.
- 3 min de leitura
Se você já passou por terapia, leu livros, fez cursos, entendeu sua infância, reconheceu seus traumas e mesmo assim continua repetindo os mesmos comportamentos, este texto é para você.
Relacionamentos que mudam de nome, mas não de dinâmica.
Ansiedade que vai e volta.
Bloqueios que parecem “sabidos”, mas não dissolvidos.
A sensação frustrante de pensar: “Eu entendo tudo… mas não consigo mudar.”
Isso não significa que a terapia não funcionou.
Significa que algo mais profundo ainda não foi acessado.
Entender não é o mesmo que transformar
Uma das maiores armadilhas do processo terapêutico é acreditar que consciência racional é cura.
Entender por que você sofre é importante.
Dar nome ao problema ajuda.
Mas muitos padrões não se sustentam no nível consciente.
Eles estão registrados em camadas mais profundas da mente, onde:
a lógica não alcança
a vontade não controla
e o corpo reage antes do pensamento
É por isso que, mesmo sabendo o que fazer, você faz o oposto.
Mesmo prometendo mudar, algo puxa você de volta.
O que mantém os padrões repetitivos ativos?
Padrões emocionais não são apenas hábitos.
Eles são memórias emocionais registradas no inconsciente.
Essas memórias se formam a partir de:
experiências precoces
situações traumáticas
vínculos afetivos marcantes
emoções reprimidas ou não elaboradas
O inconsciente não funciona por lógica ou tempo.
Ele repete aquilo que está mal resolvido, não para punir, mas para tentar resolver.
Enquanto esse registro profundo não é acessado, o padrão se mantém — mesmo com consciência, esforço e boa vontade.
Por que muitas pessoas “param no entendimento”?
Porque a maioria das abordagens trabalha prioritariamente:
no diálogo
na análise
na compreensão racional
Isso ajuda muito até certo ponto.
Mas não alcança a raiz emocional inconsciente onde o padrão foi criado.
Resultado:
a pessoa entende
se fortalece
melhora um pouco
mas depois percebe que voltou ao mesmo lugar
Essa frustração é comum — e silenciosa.
Onde a Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) atua
A Terapia Regressiva Evolutiva não se limita à compreensão intelectual da história.
Ela atua diretamente:
nas memórias emocionais inconscientes
nos registros que sustentam padrões repetitivos
na origem do conflito, e não apenas no sintoma
O objetivo não é reviver sofrimento, mas ressignificar experiências que continuam atuando no presente sem que você perceba.
Quando a raiz é acessada, o padrão perde força.
A mudança deixa de ser esforço e passa a ser consequência.
Para quem esse tipo de terapia é indicada
A TRE é especialmente indicada para pessoas que:
já fizeram outros tipos de terapia
sentem que “sabem tudo, mas não mudam”
vivem padrões repetitivos em relacionamentos, emoções ou escolhas
buscam transformação profunda, não superficial
Não é uma terapia para curiosos.
É para quem está pronto para mudar de verdade.
Um convite honesto
Se você se identificou com este texto, talvez o seu processo não esteja incompleto — apenas precise de uma abordagem diferente.
Você não está regredindo.
Você não falhou.
Você apenas chegou ao limite do que o entendimento racional pode oferecer.
A mudança começa quando a raiz é acessada.
Se quiser saber se a Terapia Regressiva Evolutiva é adequada para o seu caso, você pode entrar em contato para uma conversa inicial.
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